sexta-feira, 11 de março de 2011

Nessa noite queria ser bela como a palavra Serena
E não amargo como a palavra Ânsia
Mas esse mundo doente de dinheiro
Faz acreditar que as palavras bonitas
Não servem à poesia
Nem sequer devam existir na realidade
“Amor”, “Beleza”, “Serena”
São só um sonho doido
De um deus bêbado

4 comentários:

Iaiá disse...

Tô bem nessa antipoética da batalha entre o Ser e a grana.

Ana Raquel disse...

os poetas são os bêbados-deuses para a sociedade.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Poema bacana. Gostei.
Cumprimentos cinéfilos.

O Falcão Maltês

Ana Paula disse...

Olá passei por aqui gostei muito do que vi e li... parabéns pelo que aqui diz e faz...