domingo, 4 de setembro de 2011

É o errado, o defeito que faz minha cabeça.
O caminho certo me desvia da liberdade
Meu olhar é torto de nascença

sexta-feira, 11 de março de 2011

Nessa noite queria ser bela como a palavra Serena
E não amargo como a palavra Ânsia
Mas esse mundo doente de dinheiro
Faz acreditar que as palavras bonitas
Não servem à poesia
Nem sequer devam existir na realidade
“Amor”, “Beleza”, “Serena”
São só um sonho doido
De um deus bêbado

domingo, 12 de dezembro de 2010

o Lixo cotidiano


Amanhece o dia.

Acordo e faço lixo.

O dia vai passando e faço mais lixo.

Chega a noite deposito todo o lixo do dia em frente à porta de casa.

Fecho a porta, "e vou dormir quase em paz",

Como se nada tivesse acontecido.

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

Dance que é melhor
pire pode pira
não siga regras
há de devir a liberdade

terça-feira, 28 de setembro de 2010

sexta-feira, 23 de julho de 2010

terça-feira, 11 de maio de 2010

Só colhe saudade
quem planta amor
cultivo flor

quinta-feira, 29 de abril de 2010

terça-feira, 20 de abril de 2010

Ando fotografando as palavras
Que estão perdidas de suas poesias
E colocando elas para brincar
Palavras São crianças

Eu sou uma.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Lamento.
Mas a raça Humana é Absurda
Incrível estupidez
Me da nojo em existir
Sem compromisso com inteligência
Só quero que o mundo acabe
E enquanto isso peço desesperadamente
Que deixem os suicidas e os loucos em paz

Só eles me parecem ter razão

sábado, 23 de janeiro de 2010

De Bem com a Vida
Com a Cabeça Boa
O Coração cheio de Amor
Desamarro as correntes
Mergulho fundo no mar da Bahia
Sigo meu Caminho Sagrado

Me Liberto a cada dia

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010


Bahia Abençoada
O quinto dos Céus
Paralela pobre Paradoxa
Africa Mãe em eterno
trabalho de parto
Raiz Metafísica
onde Desapreendo
O Mal e o Bem
Em um lindo amor

sábado, 9 de janeiro de 2010

O tempo paro
Se nega a passar
Até a Lua que sempre mudou
Parece que está minguando há anos
A lua nova não vem
O sol não volta a brilhar
Meu amor nunca chega

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Minha poesia se faz em carne
É fazer carinho no seu cabelo quando deita em meu colo
É te amar devagarinho  e louco como um Deus que cria a Beleza e o Caos
E o Paraiso e receber seu abraço Doce bem na hora do pesadelo

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Ela não queria viver de meias verdades
Porém as verdades inteiras
Pareciam mentiras absolutas
Vivia Assim em um labirinto
Sem saída de si mesmo

Então se jogou ao céu
Amou sem pensar

sábado, 18 de abril de 2009

Os sentidos continuam a se desfazerem em mim
Indo livremente além do Dadaismo
Surealizando sonhos sem nexo
Porém com coração

Estou inundando toda minha vida de nada
Ou seja:
Enchendo de nada meu olhar minha arte e meu amor

Desapegado de tudo
E assim;
Sendo o que sou no meu intimo

Livre de sentimentos mortos
Moral ultrapassada
E costumes vencidos

Solto ao avesso, ao contrario
Mergulhando fundo no novo
No escuro azul sem fim

Só Assim criarei asas
E voarei ao mais alto do meu sonho

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Mergulhando em mim
Escrevo: tento domesticar meu sentimento

Estou apegado ao estado
de consciência incomum
Alquimia da dor, ilusão do saber

Me embriago de palavras
gozo um prazer fora do sério
Viajo na loucura do mundo paralelo

E volto a tolice como se nada tivesse acontecido

Respiro e vou procurar emprego

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

serei velho quando for velho
serei jovem enquanto for jovem
serei criança sempre
pois assim me conheci

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Prefiro o silêncio
Do que as tolices da verdade
Se o caminho tem coração
A terra respira e a magoa se desfaz
O rei Tempo não existe
E barba branca é pura vaidade
Da realidade

domingo, 23 de novembro de 2008

Não mate as coisas boas
Escute a musica que te toca
Sonhe cada dia mais
E se deixa ser quem és

Plante transformação
Cultive saudades
Como quem cria flores
Dor é uma Bela-arte

sábado, 4 de outubro de 2008

Desfazendo-me

Desfazendo-me de sentidos
Sentindo seu Coração

Nasce linda Lua viva
Brilha bela noite limpa

Deliro sua flor seu cheiro

Amanhece o dia voo alto
Maravilhoso céu azul pálido

Tu alivia minha vinda
A esse mundo
De tão pouca
Poesia

domingo, 14 de setembro de 2008

Nem só a tristeza é bela

A razão provoca a Loucura a aparecer
Ser um sonho ilumina o caminho
Da poesia brotou fé na vida

Nem só a tristeza é bela, há a Esperança.

domingo, 17 de agosto de 2008


Meus olhos andam como as estrelas
Procuro não pensar e evoluir para um brilho
Um Lindo raio iluminou a tarde escura
A chuva caiu tranquila e triste no frio da noite
Não sinto seu coração
Ai descobri que é do brilho das estrelas que vivem sozinhas
Que se derramam as belas lágrimas da poesia
Choro em silêncio.

terça-feira, 12 de agosto de 2008

Que significância tem meu coração diante do Gran kosmo
Com milhões de estrelas, tantas galáxias e sei lá quantos Sois?

De que vale minha tristeza nessa,
Realidade caótica em que acreditamos viver,
Pisamos nas formigas sem que nenhuma lágrima seja derramada,
Assim como o Meteoro vai passar e não vai sentir nada
Pelas vidas que se vão desse planeta.

Será pura vaidade toda nossa poesia?

Todo o universo vive em mim,
Porém não sou mais que um grão de areia.
Quanto menor sou,
Mais sou a pequena luz que está em tudo.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

O que que eu vou fazer
Com esse amor louco
Pelo poema desesperado?

Porque fui encontrar
Beleza na palavra triste?

Agora sou prisioneiro
De um sofrimento qualquer
Só pelo prazer em escrever

sábado, 26 de julho de 2008

Agora é tarde
Já está amanhecendo
E eu estou novamente com o nó no peito
A corda na garganta, a cama revirada
De uma noite mal dormida

Parí uma paixão

Nasceu uma nova mulher em meus olhos

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Prazer em lagrimas

Poesia de amor me nego.

Prefiro os beijos

Escrevo torto e sem pretensão
A um gosto bobo de dor
Uma vaidade vã em saber!!

Sou prazer em lagrimas

Passo pelos surtos de alegria
Esperando mas um triste dia
Que se transforme poesia.

Contentamento estranho
A saber Dor ria de mim

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Amor pela poesia suicida
Beleza da palavra triste
em uma gota de Orvalho

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Lírio Branco

A poesia me consome me come é um tesão

Delicia que não passa a dor que me domina

A verdade me alucina delira

O delírio é um lírio branco em desatino

Não tenho medo, eu só sinto.

O mundo todo em meu apego

domingo, 22 de junho de 2008

São belas as coisas lá no fundo da alma,
mais são tão pesadas
que parecem que vão afundar
Há lugares que não se pode mas voltar
A poesia é a fuga e a própria perdição.
Uma Maravilha uma armadilha
Sorrir é a melhor mentira!!!!

terça-feira, 10 de junho de 2008

Ansiedade em paz

Endurecer um coração é ter ansiedade em paz
Não suporto o estado de sentir as coisas
Voaria pela janela se não soubesse mentir
A poesia me condena a amar e desamar
Eu mesmo


segunda-feira, 12 de maio de 2008

Há uma tempestade caindo dentro de mim

É noite já não há mais lágrimas a derramar
Se foram todas. Elas acabam também

felizes os românticos!!
morreram bêbados, novos e apaixonados

tristes os sensatos!!
estão sóbrios, velhos e com o coração gelado

A primavera acabou.
Só assim chega o verão
Quando muito amei ... abandonei
A arte necessita solidão

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Escrevo meio em verso
meio em prosa
Não tenho pretensão em ser entendido
Publicado
ou em fazer algum sentido

Não é literatura
Não tem métrica
Nem uma gramática correta

São devaneios, delírios
uma brincadeira que inventei com minhas tristezas
em busca d'uma noite
em que a luz do meu quarto
não fique acesa